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Paroquia de Santo Antonio dos Cavaleiros
Paroquia de Santo Antonio dos Cavaleiros
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Programa Pastoral Paroquial

Ano pastoral 2018-19

OBJECTIVO GERAL:
"Fazer da Igreja uma rede de relações fraternas" (2017-2020)

Objetivo 2018-19:
"Viver a Liturgia como Lugar de Encontro"

Carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral 2018-2019
Dom Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa

1. Saúdo-vos a todos com muita estima no início de mais um ano dedicado à receção da Constituição Sinodal de Lisboa. Mantendo o objetivo transversal de FAZER DA IGREJA UMA REDE DE RELAÇÕES FRATERNAS (CSL, 60), para reforçar a participação e a corresponsabilidade comunitárias a todos os níveis da vida paroquial e diocesana, incidiremos especialmente no nº 47: VIVER A LITURGIA COMO LUGAR DE ENCONTRO COM DEUS E TAMBÉM DA COMUNIDADE CRISTÃ ENQUANTO POVO DE DEUS QUE CELEBRA.

Como, entretanto, o Papa Francisco destinou o mês de outubro de 2019 à intensificação missionária da vida eclesial e a Conferência Episcopal Portuguesa alargou esse objetivo a todo o ano antecedente, teremos muito em conta o que o Santo Padre nos diz no nº 142 da Exortação apostólica Gaudete et Exultate sobre o chamamento à santidade no mundo atual: "Partilhar a Palavra e celebrar juntos a Eucaristia torna-nos mais irmãos e vai-nos transformando pouco a pouco em comunidade santa e missionária".

É uma feliz síntese sobre a comunidade que escuta, partilha e celebra, assim mesmo crescendo em fraternidade, santidade e missão. Bem podemos tomar este trecho como lema do nosso ano pastoral, unindo todos os seus motivos.

Ao longo do ano muito se fará decerto em termos de formação orante e litúrgica. Peço às comunidades que aproveitem para tal todas as ocasiões pastorais: iniciação cristã, catequese, celebrações - tudo é espaço e tempo para formação sobre o modo cristão e eclesial de rezar e celebrar. O Departamento de Liturgia realizará ações formativas nas Vigararias, contando com boa participação de todos, mormente dos que têm especiais funções litúrgicas. Também o Instituto Diocesano de Formação Cristã oferece o seu valioso contributo nesse sentido. Assim cresceremos em santidade e missão, pois Deus chama para enviar.

2. O número 47 da nossa Constituição Sinodal, depois da frase citada, continua assim: "Além da beleza dos espaços e dos ritos, da música e do canto, a celebração da fé é chamada a educar para a interioridade, para a comunhão e para o silêncio, criando momentos que disponham à escuta de Deus. É necessário cuidar sempre da formação litúrgica das comunidades, para que tanto os que exercem ministérios, como toda a assembleia, entrem em diálogo com o Senhor. É, por isso, de grande utilidade uma permanente catequese mistagógica que introduza toda a comunidade na vivência dos tempos litúrgicos e na compreensão dos seus símbolos e ritos".

Podemos tomar este trecho como um conjunto de alíneas programáticas: A) Qualidade do espaço e da celebração. B) Comunidade que escuta realmente o seu Deus. C) Formação e mistagogia para entender o que se celebra.

Temos de progredir em todos estes pontos. A qualidade da celebração liga-se ao respeito pela sua natureza, como a Igreja a dispõe nos livros litúrgicos, que condensam séculos de experiência orante, com várias possibilidades e aplicações concretas. Vale pela oportunidade e o estímulo que dá a todos e a cada um para acolher a Deus, na Palavra escutada e na oblação de Cristo, por nós e para nós. Desdobra a sua Páscoa num ciclo anual que a prepara e repercute na vida da Igreja e para a vida do mundo.

É fundamental compreendermos e exercitarmos tudo isto e antes de tudo o mais. Ainda bem, se dispomos de bons espaços, de bons leitores e cantores, de ministros bem formados e competentes. Mas é imprescindível que em cada celebração a Palavra seja realmente escutada e assimilada e os ritos sejam entendidos como gestos de Cristo no seu corpo eclesial. A Liturgia não é ocasião para protagonismos que nos distraiam da ação essencial de Cristo, que acolhe a vontade do Pai e a isso nos leva, pelo Espírito.

Bem celebrada, a Liturgia tem resultados precisos. Se, por exemplo, levarmos muito a sério o ato penitencial com que começa a Santa Missa, pedindo convictamente o perdão de Deus para os nossos pecados "por pensamentos e palavras, atos e omissões", cresceremos muito mais em verdadeira conversão evangélica, como sempre urge e particularmente hoje em dia. Se ouvirmos atentamente as Leituras bíblicas, perceberemos muito melhor as aclamações "Palavra do Senhor" e "Palavra da salvação", bem como a sua necessária repercussão na nossa vida. Se, no início da Oração Eucarística, cantarmos "Santo, Santo, Santo…" com sentimento e melodia correspondentes à profunda reverência com que o profeta tal ouviu diante de Deus (cf. Is 6, 3), estaremos mais preparados para o memorial da morte e ressurreição de Cristo, que a seguir se faz. Se nos saudarmos realmente "na paz de Cristo", entenderemos melhor que só desta se trata, naquele momento essencial de comunhão com Ele e a partir dele. Se assim celebrarmos a Santa Missa, melhor efetivaremos o "Ide!" missionário com que ela nos envia a alargar a "paz" que recebemos.

Estas e outras concretizações litúrgicas podem ser aprofundadas ao longo deste ano pastoral, comunidade a comunidade. Também os vários Rituais são excelente base de aprendizagem e ensino, com as respetivas introduções e notas. Ganharemos muito se o fizermos, porque a Liturgia devidamente preparada e celebrada é uma grande escola de oração e vida em Cristo.

3. A 4 de dezembro de 1963 o Concílio Vaticano II aprovou a Constituição Sacrosanctum Concilium, documento base de toda a reforma litúrgica que recebemos. É tempo de a reler atentamente, recolhendo os seus propósitos e disposições, hoje tão atuais como então.

A Constituição apresenta-nos a Liturgia como revelação e exercício do quanto somos como Igreja de Cristo, "que tem como caraterística ser, simultaneamente, humana e divina, visível e dotada de realidades invisíveis, empenhada na ação e dedicada à contemplação, presente no mundo e todavia peregrina, mas de forma que o que nela é humano se deve ordenar e subordinar ao divino, o visível ao invisível, a ação à contemplação, e o presente à cidade futura que buscamos" (SC, 2).

Faz-nos bem retomar este trecho para compreendermos o lugar central da Liturgia na vida da Igreja e vivermos coerentemente com o que nela ouvimos e celebramos. Compartilhamos a vida de todos os seres humanos e da criação no seu conjunto. Mas sabemos também que na Páscoa de Cristo a criação passa a nova criação, onde tudo se renova e culmina. A Liturgia cristã faz-nos viver intensamente esta passagem, onde os elementos naturais se transcendem e a eternidade repassa o tempo que a anseia. Se não a compreendermos assim para a celebrarmos melhor, pouco teremos para receber e oferecer que seja realmente novo, definitivamente novo.

O Concílio quis concretizar nos seus dias - que basicamente continuam a ser os nossos - a "forma" essencial da Igreja, como a apresentam os textos neotestamentários. É assim que podemos falar de "reforma", algo de cíclico em dois milénios cristãos, para que a forma original nunca se perca no desenvolvimento que ela própria induz e garante.

Aliás, isto mesmo aconteceu em anteriores "reformas", como a da "grande Igreja" (dos séculos IV e V), a "pastoral" (do Papa Gregório Magno, séculos VI-VII), a "carolíngia" (do tempo de Carlos Magno, séc. VIII-IX), a "gregoriana" (do Papa Gregório VII, séc. XI), a "mendicante" (do século XIII), a "tridentina" (do Concílio de Trento, séc. XVI): todas elas procuraram retomar e relançar a "forma" cristã essencial nos tempos próprios de cada uma, com as respetivas repercussões litúrgicas. Assim aconteceu também com o Concílio Vaticano II, que tanto esteve atento aos "sinais dos tempos" como recuperou e aprofundou fontes antigas. E assim continuará a ser decerto, numa Tradição viva que não se contradiz, mas apura.

Retenhamos estas elucidativas palavras do Papa Montini - São Paulo VI em outubro próximo - sobre o novo Missal, proferidas na basílica de São Pedro a 19 de novembro de 1969: "Nada é mudado na substância da nossa Missa tradicional. […] A unidade entre a Ceia do Senhor e o Sacrifício da Cruz, a renovação representativa de uma e de outro na Missa é inviolavelmente afirmada e celebrada no novo ordenamento, tanto como era no precedente". Concluindo com palavras que se podem alargar a toda a reforma conciliar, da Missa à missão: "Não digamos, pois, "nova Missa", mas antes, "nova época da vida da Igreja"" (in Enquirídio dos documentos da reforma litúrgica (EDREL), Fátima, Secretariado Nacional da Liturgia, 2014, p. 418-419).

No mesmo sentido se pronunciou várias vezes São João Paulo II. Por exemplo, neste trecho da sua Carta apostólica Vicesimus quintus annus (4 de dezembro de 1988), referindo-se aos ritos e livros litúrgicos, como foram sendo publicados: "Esse trabalho foi feito seguindo o princípio conciliar: fidelidade à tradição e abertura ao progresso legítimo; assim, pode dizer-se que a reforma litúrgica é rigorosamente tradicional, atendo-se "às normas dos Santos Padres"" (in EDREL, p. 1136).

O Papa Bento XVI, na Exortação apostólica pós-sinodal Sacramentum Caritatis, publicada a 22 de fevereiro de 2007, salientou: "O Sínodo dos Bispos pôde avaliar o acolhimento que a mesma [reforma litúrgica] teve depois da assembleia conciliar; inúmeros foram os elogios; como lá se disse, as dificuldades e alguns abusos assinalados não podem ofuscar a excelência e a validade da referida renovação litúrgica, que contém riquezas ainda não plenamente exploradas. Trata-se, em concreto, de ler as mudanças queridas pelo Concílio dentro da unidade que carateriza o desenvolvimento histórico do próprio rito, sem introduzir ruturas artificiais" (SC, 3, in EDREL, p. 2210).

Mais recentemente, no seu Discurso aos participantes na 68ª Semana Litúrgica Nacional (italiana), a 24 de Agosto de 2017, o Papa Francisco insistiu na necessidade de conhecermos melhor a reforma e as suas fontes, bem como de interiorizarmos os seus princípios e observarmos a sua disciplina, concluindo que "após este longo caminho, podemos afirmar com segurança e com autoridade magisterial que a reforma litúrgica é irreversível".

Destes trechos pontifícios devemos tirar conclusões de doutrina e de prática. De doutrina, salientando continuidades e não ruturas, pois é o tempo de Cristo que se revive e celebra em cada época que o concretiza. De prática, porque no corpo eclesial de Cristo não prevalece o arbítrio de cada um, mas o respeito pelo que é de todos para todos.

4. A oração cristã repercute pessoal e comunitariamente em nós, por ação do Espírito, o que existe em Cristo, como Filho de Deus. É essencial este ponto, e devemos tê-lo muito em conta na catequese, na celebração e no acompanhamento espiritual. Tanto mais quanto algumas palavras como "oração", "espiritualidade", "meditação" e similares podem transportar conteúdos que não correspondem à prática pessoal e ao ensinamento evangélico de Cristo.

A oração filial de Cristo sustentou todo o seu percurso na terra, como há de sustentar o nosso: "A sua atividade quotidiana vemo-la estreitamente ligada à oração, como que nasce da oração. […] Aquilo que Jesus fez, isso mesmo ordenou que fizéssemos nós. "Orai" - diz repetidas vezes - "rogai", "pedi", "em meu nome". E até nos deixou, na oração dominical [Pai Nosso], um modelo de oração. Inculca a necessidade da oração, oração humilde, vigilante, perseverante e cheia de confiança na bondade do Pai, feita com pureza de intenção, consentânea com a natureza de Deus" (Instrução Geral sobre a Liturgia das Horas, in EDREL, p. 476-477).

Este documento citado é excelente guia para a oração, que podemos aproveitar no presente ano pastoral. Creio que, progredindo neste sentido, pessoal e comunitariamente, das famílias às catequeses, lugar a lugar, muito contribuiremos para o crescimento espiritual e ativo da nossa Igreja diocesana. E também para a missão, pois tudo o que nos aproxima de Deus nos projeta para os outros. Cristo, que nos leva ao Pai, é o mesmo Cristo que nos espera em cada um.

Por sua vez, o Catecismo da Igreja Católica dedica à oração cristã toda a sua quarta parte, plena também de considerações doutrinais e sugestões práticas. No seu número 2698, por exemplo, elenca-nos os ritmos tradicionais da oração cristã - diária, dominical e no ciclo anual: "Alguns são quotidianos: a oração da manhã e da noite, antes e depois das refeições, a Liturgia das Horas. O Domingo, centrado na Eucaristia, é santificado principalmente pela oração. O ciclo do ano litúrgico e as suas grandes festas constituem os ritmos fundamentais da vida de oração dos cristãos". E o número 2679 lembra-nos que a nossa ligação a Cristo inclui a sua Mãe: "Como o discípulo amado, nós acolhemos em nossa casa a Mãe de Jesus que se tornou Mãe de todos os viventes. Podemos orar com Ela e orar-Lhe a Ela. A oração da Igreja é como que sustentada pela oração de Maria. Está-lhe unida na esperança".

Muitos dos nossos templos - que foram de antigos mosteiros, conventos e colegiadas - conservam cadeirais onde noutros tempos se rezavam publicamente as Horas litúrgicas. Seria muito bom que, por toda a Diocese, se formassem grupos de oração que, em várias igrejas e com ritmo certo, as rezassem também, oferecendo a quem viesse idêntica oportunidade. Sei que assim vai acontecendo já, mas este ano é boa ocasião para acontecer muito mais. Também porque, como lembra o mesmo documento, "a oração comunitária possui uma dignidade especial, baseada nestas palavras de Cristo: "Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles"" (in EDREL, p. 479).

Estou certo de que a Mãe de Jesus, presente na primeira comunidade reunida em oração (cf. Ac 1, 14), nos guiará neste caminho, para nos retomarmos como Igreja santa e missionária. O que é inteiramente para Deus projeta-nos inteiramente para os outros.

Quero ainda pedir-vos, caríssimos diocesanos, comunhão profunda e orante com o Santo Padre, que com tanta coragem e lucidez guia a Igreja neste momento de purificação espiritual e prática. Estamos com o Papa Francisco, como ele está com Cristo e o Evangelho.

Convosco, em oração e missão,
+ Manuel, Cardeal-Patriarca
Lisboa, 1 de setembro de 2018

Partilha dos Grupos de Trabalho da Reunião do Conselho Pastoral de 29 de Setembro de 2018 sobre as linhas programáticas proposta pelo Patriarcado de Lisboa para o Ano Pastoral 2018-19

Viver a liturgia como lugar de encontro (CSL nº 47) é o mote deste Ano Pastoral 2018-2019, o segundo do triénio dedicado à receção da Constituição Sinodal de Lisboa, valorizando a dimensão sacerdotal como um dos desafios lançados à Igreja diocesana na edificação comunitária e vivência da comunhão (cf. CSL nº 35).
O grande objetivo é o de proporcionar o conhecimento e a celebração da Liturgia da Igreja como fonte primeira da vida cristã 1. Valorizando a centralidade da Liturgia como "obra de Cristo Sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja" (SC 7). Sendo simultaneamente meta e fonte da ação da Igreja, constitui um dos elementos centrais da evangelização e da vida cristã (CSL nº 46);
Sucessos - A Eucaristia Permanente na nossa Comunidade e com os vários horários e sacerdotes à disposição da Comunidade; as várias actividades e movimentos da paróquia.
Dificuldades - Apesar de todos os sucessos enumerados não conseguiram chegar a toda a comunidade.
Falta de dinâmica entre os grupos e de integração das várias religiões na Comunidade.
Linhas Operativas - "Ide e Evangelizai" - como Jesus saindo para as periferias indo ao encontro daqueles que ainda não o conhecem.
- A catequese é um meio;
- A piedade popular;
- Todas as manifestações cristãs;
- Estando atento ao chamamento das populações quando apelam à nossa ajuda. 2. Continuando o cuidado pela centralidade da Palavra de Deus, lugar onde nasce a fé, particularmente a sua proclamação litúrgica como "âmbito privilegiado onde Deus fala no momento presente da nossa vida" (Verbum Domini 52; Cf.M. CLEMENTE, Carta aos Diocesanos de Lisboa 2017-2018, nº 3);
Sucessos - A Liturgia é a centralidade da manifestação da Fé individual ou coletiva em comunhão com Cristo através do celebrante.
Dificuldades - Existe uma dinâmica na paróquia mas, nem sempre se conseguem obter os objectivos a que se propõe na medida em que a Comunidade, nas celebrações, o comportamento por vezes fica muito aquém das expectativas.
Linhas Operativas - Para se atingir esses propósitos, entendemos que seria possível colmatar as deficiências existentes através das homilias e também por parte dos membros que compõem os diversos movimentos existentes na paróquia. 3. Cuidando da formação litúrgica das comunidades para que, tanto os que exercem ministérios, como toda a assembleia, conheçam melhor o que celebram e vivam a celebração como encontro vivo com o Senhor (cf. CSL nº 47);
Linhas Operativas - Conhecimento mínimo da Bíblia elevando algumas passagens ao nosso quotidiano
Tempo de celebração.
Formação espiritual (viver a liturgia como um lugar de encontro)
Orientação adequada
Identificar a função e o papel de cada um
Dar atenção a cada passo/etapa
Preparação/formação técnica e encontros de formação litúrgica
Conciliar a parte espiritual com a vivência do indivíduo e ao seu próximo
Ser uma honra servir a Deus 4. Redescobrindo a catequese mistagógica que introduz toda a comunidade e cada um dos fiéis na contemplação do mistério de Cristo, através da vivência dos tempos litúrgicos e da compreensão dos símbolos e ritos da celebração (cf. CSL nº 47);
Sucessos - Separatas do boletim relativas à eucaristia e aos Tempos litúrgicos;
A centralidade atribuída à celebração da Paixão na sexta-feira Santa separando-a da Via Sacra;
As munições em certas Eucaristias, p.ex. Semana Santa, de modo a introduzir a Comunidade no desenrolar da própria celebração e da compreensão dos seus símbolos e ritos.
Dificuldades - Catequese desligada da Liturgia, no sentido em que nas Eucaristias mais festivas há uma "Ausência" daqueles que a frequentam (Natal, Páscoa).
Crianças e restante comunidade que, mesmo já com certas directivas, desconhecem os próprios símbolos e ritos.
Linhas Operativas
a) Catequese - em comum, por anos, dirigida aos temas específicos - Ex. encontro/dinâmica relativa à Páscoa, tentando transmitir a compreensão sobre esse mesmo tempo litúrgico.
Incentivar a participação nas celebrações da Semana Santa.
b) Comunidade - dedicar separatas ao Ano Litúrgico e disponibilizá-las na internet.
Conferências dedicadas ao Mistério de Cristo da Liturgia.
Manter e actualizar monições e torna-las mais frequentes. 5. Recuperando o sentido profundo do Domingo como momento por excelência de encontro, pela participação na Eucaristia e pela escuta da Palavra e procurando formas de viver a fraternidade e a alegria cristãs (cf. CSL nº 47);
Sucessos - Procurar uma participação mais activa por parte das crianças, através da utilização de um guião de acompanhamento da Eucaristia, assim como de uma homilia que os inclui na discussão, é certamente um sucesso.
Dificuldades - Verifica-se a falta de interesse e/ou ligação por parte dos pais com os rituais da Eucaristia, o que influenciará as crianças e jovens que, pela idade, isoladamente também não encontrarão sentido em algo que não entendem pela própria linguagem direcionada para adultos.
Linhas Operativas - Na tentativa de quebrar a "monotonia" da celebração para jovens que muitas vezes necessitam de estímulos visuais para que lhes seja captada a atenção, poderão ser criadas oportunidades de "encenações" representativas das leituras, p. ex. como na Páscoa, que possam inclusive mobilizar diferentes grupos de catequese a trabalhar em conjunto para prepara esses momentos.
Também a projecção, aproveitando os novos meios presentes na igreja, de cânticos e mesmo imagens representativas das leituras, poderá funcionar como um primeiro meio de os envolver de forma mais activa. 6. Cultivando a vida espiritual como abertura constante à ação do Espírito Santo, fazendo florescer a riqueza da graça e da vocação batismal, que se alimenta na oração pessoal e comunitária, na vivência dos sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia, na participação em retiros, exercícios espirituais, peregrinações e outras práticas de cultivo da vida cristã (CSL nº 48);
Sucessos - Sempre que se combate a tentação do individualismo ("o meu grupinho") e formamos de verdade a comunidade há sucesso na vida da paróquia. Na nossa paróquia podemos apontar o exemplo que pode espelhar o que dissemos anteriormente: O Dia da Comunidade, em que se experimenta a diversidade na unidade.
Dificuldades - O facto de fazermos as coisas apenas por fazer, ou seja, porque é necessário, porque é hábito, porque precisam de mim e fui convidado(a), vivendo por isso à margem do que deveria ser essencial, não combinando o exterior com interior.
Linhas Operativas - Não esquecer e levar à prática o que de modo tão simples e belo recebemos esta tarde, que é colocar vocação, vivência, e amor em tudo o que somos e fazemos enquanto Comunidade que vai ao encontro da Alegria. 7. Despertando o desejo de Deus e propondo o seguimento de Cristo na preparação e celebração dos sacramentos e sacramentais - as quais se revestem de particular importância evangelizadora (cf. CSL nº 50) -, tendo em atenção os percursos pessoais (cf. CSL nº 49);
Sucessos - Já há diversos grupos de preparação como (CPM, CPB, catequese crianças e adultos). Reforçar o ensinamento da vivência da Fé aos outros, o que podemos levar dos sacramentos para vida quotidiana.
Linhas Operativas - Nas catequeses reforçar o que aqui aprendemos tem aplicação na vida do dia-a-dia, em inúmeras situações da nossa vida.
Utilizar as homilias para relembrar e esclarecer a importância e significado de cada sacramento.
8. Valorizando as expressões de piedade popular como abertura ao Evangelho
(cf. CSL nº 51), procurando desejável articulação com a vida litúrgica da Igreja.
Sucessos - Entendemos que se nota uma abertura da Paróquia à Comunidade, a grupos, inclusive, que nada tem a ver com a religião. Linhas Operativas - Em todo o caso entendemos que seria bom uma pequena formação para as pessoas que em primeira linha também as pessoas que necessitam de alguma formação da Paróquia
Melhorar a apresentação do Terço (não podemos desalojar as pessoas habituais nem dar-lhes instruções)? Da novena de Nossa Senhora do Carmo? Festas Populares? Estas são muito frequentadas, mas pela parte profana.
Como motivar os adultos? É muito difícil. Não sabemos como. As famílias das crianças através da formação cristã destas na paróquia?
OBJECTIVOS ESPECÍFICOS:
Além das sugestões do Conselho Pastoral veinculadas nos números anteriores, procuraremos:
=Partindo do ritmo sinodal lançado pela Diocese de Lisboa, dinamizar a comunidade paroquial de tal forma que todos possam participar neste tempo de reflexão, aprofundamento, compromisso missionário pela vocação comum à Santidade suscitado pelas:
- Exortação Apostólica "A Alegria do Evangelho" do Papa Francisco.
- Exortação Apostólica "Alegrai-vos Exultai" do Papa Francisco
=Promover a receção, reflexão e concretização das orientações da Exortação Apostólica "A Alegria do Amor" do Papa Francisco dando uma particular atenção à realidade familiar na sua unidade e diversidade, nomeadamente promovendo a criação e dinamização duma equipa de Animação da Pastoral Familiar.
=Continuar a celebrar, a viver e a aprofundar a caminhada de fé em todos os grupos, sectores e áreas da pastoral que se traduza em gestos e ações concretas no serviço humilde da caridade fraterna;
=À luz da Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa, de Abril de 2013: "Promover a Renovação da Pastoral da Igreja em Portugal", continuar a promover uma reflexão comunitária que leve progressivamente à revisão e à renovação da pastoral da paróquia; Catequese
=Maior autenticidade, empenho, formação e trabalho dos nossos catequistas no seu ministério;
=Fomentar os encontros de catequistas e promover, entre os catequistas do mesmos ano, promover a preparação das sessões da catequese em conjunto.
=Valorização junto dos catequistas da missão do Secretariado da Catequese na organização e coordenação da catequese da Paróquia; =Fomentar a participação dos catequistas nos encontros de formação, reflexão e oração organizados pela Vigararia de Loures-Odivelas e pela Diocese de Lisboa, nomeadamente nso Encontros de Formação sobre Liturgia que se realizarão em Santo António dos Cavaleiros de 1 a 5 de Abril.
=Uma aposta/colaboração da catequese com a pastoral familiar e a pastoral juvenil;
=Encontros regulares de convívio/formação com os pais das crianças da catequese, consciencializando-os da sua missão como primeiros educadores da fé dos seus filhos e envolvendo-os na missão evangelizadora da Igreja;
=Acompanhamento/formação/evangelização dos pais enquanto esperam pelos seus filhos durante a catequese;
=Uma aposta maior na iniciação cristã das crianças, jovens e adultos.
=Um maior empenhamento dos movimentos e grupos na evangelização junto dos batizados que não frequentam a Igreja, indo também ao encontro dos excluídos e marginalizados;
=Envolver os adolescentes que se prepararam para receber o Crisma em atividades de Voluntariado.
= Promover encontros em conjunto dos anos da Catequese da Adolescência e Pré-adolescência.
= Iniciar e desenvolver com todos os agentes da Catequese - crianças e adolescentes; pais e encarregados de educação; comunidade carmelita e catequistas -um itinerário de reflexão a partir do Documento "Catequese: A Alegria do Encontro com Jesus Cristo" da Conferência Episcopal Portuguesa. Pastoral Juvenil
= Criação dum Conselho da Pastoral Juvenil que envolva todas as dimensões da Pastoral juvenil. Este Conselho será feito em conjunto com a paróquia de Frielas.
= Renovação do Secretariado da Pastoral Juvenil com um maior apoio dos sacerdotes/comunidade carmelita;
=Apostar na Pastoral Juvenil, nomeadamente na revitalização e criação dos grupos de jovens;
=Criar estratégias para uma maior interligação/envolvimento dos jovens com a vida da Paróquia;
=Convidar e sensibilizar os adolescentes e jovens dos últimos anos de catequese a participar nas atividade e ações da Pastoral Juvenil;
=Realização de atividades de lazer e desporto com os jovens;
=Empenhar a Pastoral Juvenil nos projetos de ação social, desenvolvendo campanhas e atividades a favor das famílias mais carenciadas da Paróquia, nomeadamente no âmbito do projeto Partilhar.com.
=Organizar mensalmente Orações especialmente dirigidas aos jovens.
= Acolhimento, Acolhimento e Receção das orientações decorrentes do Sínodo Extraordinário dos Bispos de Outubro de 2018 sobre o tema "Os Jovens, a Fé e o Discernimento Viocacional". Pastoral Familiar
=Promover a receção, reflexão e concretização das orientações da Exortação Apostólica "A Alegria do Amor" do Papa Francisco dando uma particular atenção à realidade familiar na sua unidade e diversidade
=Renovar e recativar o Secretariado da Pastoral Familiar deforma a que este coordene e dinamize esta área pastoral;
=Criar o Grupo de Animação Familiar (GAF) que estude, promova, acompanhe e tome iniciativas concretas sobre a realidade da família na nossa comunidade paroquial.
=Dinamizar a Pastoral Familiar tornando-a mais abrangente e diversificada, englobando realidades comunitárias já existentes e outras às quais é necessário criar e dar respostas;
=Envolver mais pessoas na Pastoral Familiar através de convites pessoais e depois de uma devida reorganização da mesma;
=Pensar e assegurar a renovação e continuidade no médio prazo das equipas de CPB e CPM;
=Desenvolver algumas prioridades na área da Pastoral Familiar, nomeadamente com os casais novos e outros casais que já tenham os seus filhos na catequese promovendo encontros regulares de reflexão onde se aprofundem os diversos temas relacionados com a família e a sua missão.
=Procurar criar propostas pastorais para algumas "franjas" de idade, nomeadamente os grupos juvenis/universitários e os casais novos/recém ~-casados;
=Promover um itinerário progressivo de preparação da Festa Diocesana da Família de 2019.

Pastoral Social
=Criar o Secretariado da Pastoral Social formada pelas pessoas que prestam algum serviço nesta área e que dinamize, coordene e programe toda a acção sócio-caritativa;
=À luz do documento "Serviços paroquiais de Acção Social para uma cultura da Dádiva" da Comissão Episcopal de Pastoral Social, organizar e estruturar a Pastoral Social da Paróquia de forma a responsabilizar, animar e envolver toda a comunidade na ação sócio-caritativa;
=Continuar e envolver cada vez mais toda comunidade no projeto Partilhar.com, para podermos dar uma resposta cada vez maior aos pobres da nossa comunidade;
=Sensibilizar toda a comunidade para o voluntariado, em particular as camadas mais jovens. Organizar e estruturar o voluntariado existente e promover ações de formação do mesmo;
=Sensibilizar os colaboradores do Centro para um serviço/trabalho de colaboração/integração na pastoral da Igreja;
=Maior interligação entre os grupos/ações da Paróquia e o Centro Social;
=Convidar os idosos para a recitação do terço e outras orações, nomeadamente a Meditação da Palavra de Deus, na Igreja;
=Organizar a recolha de livros e material escolar para troca;
=Criar um grupo de Pastoral da Saúde que visite, acompanhe e assista os doentes da Paróquia, em articulação com os Ministros Extraordinários da Comunhão, o Apoio Domiciliário do Centro, a Capelania do Hospital de Loures e o Partilhar.com.

Liturgia
=Mais formação para os diversos ministérios e serviços da liturgia;
=Maior assiduidade dos cantores nos ensaios dos coros;
=Ensaio de cânticos com a assembleia antes das eucaristias;
=Captação de mais acólitos, leitores, cantores e outros serviços necessários na comunidade;
=Criar um "dossier/pasta" com as letras dos cânticos dos diversos coros, de forma a permitir uma maior participação da assembleia nas diversas celebrações;
=Convidar os fiéis a participarem mais na Adoração do Santíssimo, na Liturgia das Horas, na recitação do Terço, na Lectio Divina;
=Continuar a promover a Leitura Orante da Palavra de Deus ou Lectio Divina, quer em grupo quer individualmente. Para isso, disponibilizaremos um espaço de Meditação da Palavra de Deus na Igreja.
=Desenvolver o serviço do Acolhimento.
=Disponibilizar com a devida antecedência as leituras de Domingo para as equipas de Liturgia.
=Promover um grande encontro com todos os intervenientes na Liturgia.
=Publicar, no Boletim Informativo, textos de formação litúrgica.
= Criação dum Folheto com as respostas da Assembleia na Celebração da Eucaristia.
= Criação dum Folheto que explica o sentido os espaços Litúrgicos e que estará disponível á entrada da Igreja para acompanhar quem visita a Igreja.

Corpo Nacional de Escutas - CNE
=Reforçar as dinâmicas que já estão implementadas e participar mais na vida da Paróquia;
=Reforçar a dimensão do serviço e envolver-se em novos desafios e dar um apoio mais efetivo (Cabazes de Natal, Partilhar.com, voluntariado jovem, Recolha de Alimentos…);
=Formar uma Igreja viva, comprometida e aberta ao mundo que nos rodeia;
=Promover iniciativas e concertar esforços para a construção da nova sede.

Confraria de Nossa Senhora do Carmo
=Convidar os membros da Confraria a um maior empenhamento e participação nas atividades da mesma;
=Convidar mais pessoas para fazerem a preparação e serem admitidas na Confraria de forma a que esta continue num movimento de crescimento.

Renovamento Carismático
=Maior divulgação do Movimento;
=Acompanhamento espiritual.

Movimento Esperança e Vida - MEV
=Tentar conhecer, apoiar e sensibilizar as senhoras viúvas recentes e convidá-las a entrar para o MEV.
=Estar junto das viúvas que se encontram sós em casa ou em algum lar.

Legião de Maria
=O apostolado da Legião de Maria consiste em atividades dirigidas a todos os homens e mulheres, jovens e velhos, ricos e pobres, bem como aqueles que estão à margem da sociedade (sem abrigo, prostitutas, prisioneiros, etc), Os membros da Legião de Maria estão envolvidos na execução de obras espirituais, ao invés de auxílio material, reservado a outras associações. Este apostolado passa, por exemplo, pela Pastoral da Esperança.
=Procurar-se-á consolidar a criação deste Praesidium e incorporar mais alguns membros.

ACONTECIMENTOS, CALENDARIZAÇÃO, E SERVIÇOS PARA O ANO PASTORAL 2018-19
Datas e Festas da Paróquia de Santo António dos Cavaleiros
11 de Novembro de 2018
- Dia do Doente e Idoso: 10 de Fevereiro de 2018
- Peregrinação a Pé a Fátima: 1 a 5 de Maio 2018

- Dia da Comunidade:
- Peregrinação da Paroquia a Fátima. 19 de Maio de 2018
- Festas de Santo António: 7, 8 e 9 de Junho: Eucaristia e Arraial; 13 de Junho: 18.30hs: Missa e Procissáo; 14 e 15 de Junho: Eucaristia e Arraial.

DATAS DA CATEQUESE-2018/19
Datas para a Catequese
- Início da Catequese - 7 de Outubro /Torres Bela Vista - 6 de Outubro
Apresentação dos grupos I Ano- 13 Outubro-10.30
- Início do Primeiro Ano - 14 de Outubro
- Youcat Bible Day - Lisboa - 7- 10ª Ano - 10 de Novembro
- Compromisso de Catequistas: 24 de Novembro (17.00/18.30) e 25 Novembro (10.15h)
- Festa do Acolhimento (1º catecismo): 28 Outubro (10h15) - TODOS PRIMEIRO ANO
-Encontro-Catequese em conjunto - Terceira e Quarta etapas (7, 8, 9 10): : 16.30 - 18.00hs - 17 de Novembro
- Encontro-Catequese em conjunto - Segunda etapa (4,5,6 anos): 11.15 - 12.30hs - 18 de Novembro
- "Missa da Partilha" - 16 de Dezembro
- Festa Natal da Catequese: 16 Dezembro -manhã.
- Início do intervalo de Natal: 17 Dezembro
- Início do 2º período: 5/6 Janeiro (Sábado e Domingo)
- Festa Bíblia (4º catecismo): 27 Janeiro (10h15)
- Torres Bela Vista - 26 de Janeiro (17.00)
- Apresentação das Crianças Batizadas em 2018: 3 de Fevereiro
- Reunião Pais Primeira etapa - 1, 2, 3 anos* - 3 de Fevereiro - 17.00hs
- Festa das Bem-aventuranças (7º catecismo): 16 Fevereiro (18.30h)
- Reunião Pais Segunda etapa - 4, 5, 6 anos* - 19 Fevereiro - 21.30hs
- Peregrinação da Catequese a Fátima: 23 de Fevereiro.
- Carnaval: 4 e 5 de Março não há catequese
- Rito de Eleição dos Catecúmenos (Sé Patriarcal): 10 de Março (15.30h)
- Reunião Pais Terceira e Quarta etapas - 7, 8, 9, 10 anos*- 12 de Março 21.30
- "Missa do Amigo" - 16 (17.00 e 18.30hs) e 17 de Março: Sábado e Domingo
- Encontro-Catequese em conjunto - Terceira e Quarta etapas (7, 8, 9 10): 16.30 - 18.00hs - 23 de Março
- Encontro-Catequese em conjunto - segunda etapa (4,5,6 anos): 11.15 - 12.30hs - 24 de Março
- Festa do Pai-Nosso (2º catecismo): 10 de Março (10h15)
- Torres Bela Vista - 09 de Março (17.00hs)
- Jornada Diocesana da juventude - 7 de Abril (10 ano)
- Intervalo de Páscoa. 08 de Abril.
- Festa da Vida (8º catecismo): 27 de Abril (18.30h)
- Assembleia Diocesana de Catequistas: 28 de Abril 2018
- Início do 3º Período: 23 de Abril
- Festa do Credo (5º catecismo): 12 de Maio (10h15) - Torres Bela Vista - 11 de Maio
- Reunião Pais Primeira Comunhão: 7 de Maio, 21.30hs
- Festa do Envio (9º catecismo): 11 de Maio (18.30h)
- Retiro Crisma: 18 de Maio (10.30-17.30h)
- Festa do Perdão (3º catecismo): 26 de Maio (15.30h, Domingo) - Todos
- Festa da Fé (6º catecismo): 9 de Junho (10h15)
- Sacramento da Confirmação - Crisma: 25 de Maio (18.30h)
- Primeira Comunhão - Turno Único - 2 Junho - (10.30hs)
- Intervalo de Verão da Catequese. A partir de 17 de Junho
- Convívio de Catequistas - 29 de Junho
- Missão Vicarial - 1-7 de Outubro: 2019 - Loures

Formação de Adultos
- Conferências promovidas a propósito de algum acontecimento da Igreja ou sociedade
- Leitura Espiritual, à sexta-feira, às 16.30hs.
- Outras iniciativas e temas a anunciar oportunamente.
- Atividades da Vigararia e da Diocese.
- Grupo de formação para o Sacramento da Confirmação para os cristãos que frequentam habitualmente a vida da comunidade e que ainda não tenham recebido este sacramento.

Pastoral Juvenil
- Festival Vicarial da Canção.
- Participação em Vigílias e outros momentos de oração propostas pela Diocese e pela Vigararia (p ex. Vigília Ecuménica em Janeiro; Vigília de Pentecostes; etc.
- Organizar caminhadas, momentos de oração e encontros de reflexão.

LITURGIA
A. Sacramentos
1. Batismo
- A data própria da celebração do Batismo é a noite da Vigília Pascal e sê-lo-á especialmente para os Catecúmenos.
- As Crianças não batizadas que frequentam a catequese serão batizadas no dia em que fazem a Primeira Comunhão.
- A Celebração do Batismo de Crianças aos Domingos às 12.30 horas.
- Para os pais e padrinhos, nos Batismo realizados na paróquia ou fora dela, é proposta uma reunião de Preparação. Essa reunião será habitualmente ao Sábado, entre as 15.00hs e as 17.30hs, uma vez por mês. A grelha com as datas desses encontros é entregue no início do processo de Batismo.
- Para o processo de Batismo, os pais/ encarregados de educação devem deslocar-se ao Cartório e preencher o formulário próprio.
Devem levar uma cópia do Boletim de Nascimento da criança e dos documentos de identificação dos pais e padrinhos.
- As crianças que já tiverem completado 7 anos de idade, deverão frequentar a catequese para receberem o Batismo.
- Padrinhos. Os padrinhos terão que ter mais de 16 anos, ter os sacramentos da iniciação cristã e, se casados, serem casados pela Igreja. Deverão ser um padrinho e uma madrinha.
Não reunindo estas condições, serão considerados como testemunhas de Batismo.
Não sendo residentes na paróquia, devem trazer um certificado de Idoneidade da paróquia aonde residem.

2 - Eucaristia
a) Existem várias equipas litúrgicas para as diversas Eucaristias que, escalonadamente, asseguram alguns ministérios e serviços necessários, tomando a seu cargo, na parte que lhes compete, a animação das celebrações litúrgicas.
b) Há um grupo de acólitos.
c) Existem vários coros na Paróquia que animam as diversas Celebrações Eucarísticas dos sábados (vespertinas) e dos Domingos. Os membros dos coros encontram-se previamente para ensaio dos cânticos.
- Coro da Missa das 17.00h de Sábado - Torres da Bela Vista.
- Coro da Missa das 18.30 h de Sábado (Jovens) - Ensaiam aos Sábados às17.30 h.
- Coro dos Escuteiros - Ensaiam aos sábados às 17h (quando animam a missa das 18h30).
- Coro da Missa das 10,15 h (Catequese) - Ensaiam aos Domingos às 09.15 h.
- Coro da Missa das 11,30 h (Laudate Domine) - Ensaiam ao Domingo às 21.00 h.
- Coro da Missa das 18,30 h de Domingo (Coro de Expressão Africana) - Ensaiam aos Domingos às 17.00 h.
d) Para ajuda da distribuição da Comunhão, tanto nas Celebrações Eucarísticas como aos Doentes, há um grupo de Ministros Extraordinários da Comunhão.
A formação permanente destes Ministros Extraordinários da Comunhão será feita em encontros na Paróquia e na Vigararia.
Celebrações da Eucaristia
Terça a Sexta-feira: 18.30h
Sábado: 17.00h (Vespertina nas Torres da Bela Vista)
18,30h (Vespertina)
Domingo: 9.00h, 10.15h, 11.30h, 18,30h

Notas:
- Aos domingos, a Celebração Eucarística das 9.00h é precedida da oração de Laudes.
- A Celebração Eucarística semanal é precedida da oração de Vésperas.
- Durante os meses de Verão (Julho, Agosto e Setembro), não se celebra a Eucaristia das 10.15h nem a das 17.00h nas Torres da Bela Vista.

3 - Reconciliação
Os sacerdotes da paróquia em casos urgentes estão à disposição dos fiéis para o Sacramento da Reconciliação em qualquer altura.
Haverá no entanto, um horário de Confissões a ter em conta:
De Terça-feira a sexta-feira: das 17.30 às 18.15h.
Na medida das possibilidades, será anunciada uma tarde por semana para este sacramento.
Sempre que solicitados os sacerdotes deslocam-se também regularmente a casa de doentes e idosos para celebrarem este sacramento.
Celebrações Comunitárias da Penitência
- No Advento - 13 de Dezembro 2018
- Na Quaresma - 12 de Abril 2019

Nota:
- As crianças e adolescentes da catequese celebrarão o Sacramento da Penitência, nos dias e horas a combinar entre os sacerdotes e os respetivos grupos de catequese.
- Os jovens celebrarão o Sacramento da Penitência nas celebrações comunitárias.

4 - Unção dos Doentes
A unção dos doentes, pela qual a Igreja encomenda ao Senhor, sofredor e glorificado, os fiéis perigosamente doentes, para que os alivie e salve, será administrada sempre que algum cristão a requeira. Fora do caso de urgente necessidade, combinar-se-á o dia e a hora com a família do doente.
o Celebraremos de um modo especial o Dia Paroquial do Doente e do Idoso, a 11 de Fevereiro 2017, dia em que será administrado o Sacramento da Santa Unção aos doentes e idosos que estejam preparados.

5 - Matrimónio
- Processo. Para a celebração do Matrimónio Católico, os noivos devem iniciar o processo cerca de 5 meses antes. Para isso, devem dirigir-se ao cartório no horário e dias estipulados. Aqui, serão informados dos documentos e passos a dar.
- Os noivos devem fazer uma preparação próxima para a celebração do Matrimónio. Para isso, devem participar num dos dois conjuntos de encontros propostos pela nosso Centro de Preparação para o Matrimónio-CPM- a realizarem-se em 2016:
Primeiro: 5, 6, 12 e 13 de Abril 2019 - 21.30hS
Segundo: 28 e 29 de Junho; 5 e 6 de Julho - 21.30hs
Todos os encontros serão sempre às 21.30hs na Igreja Paroquial de Santo António dos Cavaleiros.

Celebração
A celebração do matrimónio será marcada com a devida antecedência e, preferencialmente, aos sábados, entre as 11,00 e as 13,00 horas. Outros dias /horas só serão aceites em função da agenda da Paróquia e dos sacerdotes.

B - Oração comunitária
Liturgia das Horas
- Laudes - Aos Domingos às 08h45
- Vésperas - De terça a sexta-feira às 18h30
Terço - De terça-feira a Domingo às 18h00 /Maio e Outubro - 17h45
Via-Sacra - Sextas-feiras da Quaresma às 17h45
Adoração do Santíssimo - Duas vezes por mês, à Quinta e ao Domingo às 17h00 (anunciadas no Domingo anterior e no Boletim no inicio do mês).
Leitura Orante da Palavra de Deus ou Lectio Divina - Todas as terças-feiras às 16h30.

C - Retiro comunitário
A oração, o silêncio e a reflexão pessoal são fundamentais na caminhada pessoal e comunitária. Mas tal, muitas vezes, só é possível em ambientes e espaços adequados. Os retiros são esses momentos por excelência. Neste sentido e porque a Quaresma enquanto tempo litúrgico convida-nos para o deserto, teremos um retiro cuja data será anunciada oportunamente.

D - Peregrinações
Peregrinação a Pé da Paróquia a Fátima, de 1 a 5 de Maio de 2019.
Peregrinação da Paróquia a Fátima em 19 de Maio 2019.


PASTORAL FAMILIAR
Durante o presente Ano Pastoral, este setor é marcado:
- Pelo Acolhimento das crianças batizadas em 2015, a 3 de Fevereiro de 2019;
- Pela Festa Diocesana da Família, a 16 de junho de 2019;
- Pelas Iniciativas da Equipa Vicarial da Família;

Existe um Secretariado da Pastoral Familiar que coordena e dinamiza toda esta área pastoral.
A - Pais e padrinhos das crianças batizadas
B - Noivos e casais jovens
C - Pais das crianças da catequese
D - Idosos e doentes
E - Grupo de Animação Familiar


PASTORAL SOCIAL
A - Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros
O Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, cuja finalidade está expressa no Artigo 2º dos seus estatutos: "O Centro é um serviço da Paróquia, com o fim de cultivar nos paroquianos a noção das suas responsabilidades sociais motivando-os para as exigências cristãs da partilha e comunicação de bens e, muito em particular, ajudando-os a dar resposta adequada às carências que eventualmente se verifiquem entre os habitantes da paróquia, mediante ações de assistência, promoção ou desenvolvimento, segundo as circunstâncias".
Para conhecer os serviços, respostas sociais e outras atividades do Centro Social, procure na Secretaria do mesmo.

B - Grupos de Ação Social
- Grupo Partilhar.com
- No âmbito do Projeto Igreja Solidária da Diocese de Lisboa, a nossa Paróquia, em Maio de 2008, lançou o projeto a que chamámos "Partilhar.com" e que pretende ajudar as famílias mais carenciadas e mais afetadas pela crise que estamos a viver. Este grupo vasto de pessoas que envolve todas as áreas, sectores e movimentos da Paróquia realiza diversas ações e atividades que visam angariar fundos e géneros alimentares para apoiar estas famílias.
- Banca de Doces e Salgados envolvendo todos os grupos, movimentos e sectores da Paróquia.
- Grupo de Distribuição de Alimentos
- Grupo de Distribuição de Roupas
- Grupo "Venda de Natal"
- Grupo "Venda de Páscoa"
- Cinemas Solidários
- Grupo "Peditórios de Rua" (Cáritas, Missões, Cardiologia...)
- Na atenção dada aos mais sós e abandonados.


PASTORAL DA COMUNICAÇÃO
A - Boletim Informativo da Paróquia
"Comunidade em Movimento": A Paróquia tem um Boletim Informativo que pretende ser um meio de comunicação, partilha, formação e informação. Este Boletim será feito em conjunto com a paróquia de Frielas.

B - Página da Paróquia na Internet
Adaptando-se às novas realidades da comunicação a Paróquia tem uma Página na Internet com o seguinte endereço: www.paroquia-sac.pt

C- Página Fecebook da Catequese: https://www.facebook.com/pages/Catequese-Sac

D- Blog WEB do Agrupamento CNE: http://495sac.blogspot.pt/

E - Informação Diversa
- Placards, cartazes, folhetos, mostradores informativos, etc..

F - Informatização dos diversos serviços da Paróquia;

G- Criação duma Newsletter da Paróquia como veículo informativo digital.


MOVIMENTOS E GRUPOS
A - Escuteiros
O Agrupamento 495 tem um Plano de atividades que podem ser consultadas no calendário deste programa pastoral. Salientamos:
- Aniversário do Agrupamento, a 15 de Dezembro de 2018;
- Dia de BP a 23 de Fevereiro de 2019
- Dia de Núcleo a 4 de Maio de 2019
- ACAGRUP de 27 de Julho a 2 de Agosto de 2019

B - Cursilhos de Cristandade
Este movimento tem por objetivo a Evangelização na linha Kerigmática, através de Cursilhos (três dias de retiro), preparados no Pré-Cursilho e continuados em grupos de educação da fé para fermentação dos ambientes.

C - Confraria de Nossa Senhora do Carmo
Tem reunião mensal, nos terceiros sábados do mês às 16.00 horas. Organiza anualmente a Festa de Nossa Senhora do Carmo, no mês de Julho, e promove uma melhor celebração das festas em honra dos Santos Carmelitas.
Perto da Festa de Nossa Senhora do Carmo, esta Confraria promove momentos de Formação para as pessoas que queiram fazer a sua admissão.
A Ordem do Carmo promove anualmente para o Laicado um Retiro em Fátima, de 25 a 27 de Janeiro de 2019 - e o Encontro da Família Carmelita, a 16 e 17 de Março de 2019.

D - MEV - Movimento Esperança e Vida
Reúne-se mensalmente nos segundos domingos de cada mês às 16.00 horas.

E - ECNS - Equipas de Casais de Nossa Senhora
Existem vários casais da nossa comunidade paroquial, que fazem parte das Equipas de Casais de Nossa Senhora. Este Movimento tem uma Espiritualidade centrada no Casal e na Família. Reúnem-se mensalmente nas suas próprias casas.

F - Renovamento Carismático
Reúnem-se à terça-feira às 21.30hs para a Oração em Comum.

G - Legião de Maria
- Este movimento reúne-se habitualmente a partir das 21.00hs de sexta-feira.

Para Conhecer estes movimentos, é convidado a participar nalgum dos seus encontros!


SERVIÇOS
"Uma única santidade é cultivada por todos aqueles que, nos vários géneros de vida e nas diferentes profissões, são guiados pelo Espírito de Deus e, obedecendo à voz do pai e adorando-O em espírito e verdade, seguem a Cristo pobre, humilde e carregado com a cruz, para merecerem participar na sua glória. Cada um, segundo os dons e as funções que lhe foram confiadas, deve enveredar sem hesitação pelo caminho da fé viva, que excita a esperança e opera pela caridade." (LG 41)

A - Secretaria
A Paróquia tem a funcionar um serviço de secretaria, prestado por um grupo de pessoas que, voluntariamente, de terça-feira a Domingo, entre as 10.30h e as 12.45h e entre as 16.00h e as 19.30h (exceto durante as Missas), prestam os seguintes serviços:
- Acolhimento
- Atendimento
- Livraria
- Objetos religiosos
- Intenções de Missa
- Reservas de Espaços e Equipamentos
- Apoio à Catequese, Grupos e Movimentos
- Fotocópias e apoio de material de escritório

B-Cartório. Este serviço funciona de terça a sexta-feira entre as 10.00-12.30hs e entre as 15.00-17.00hs.
- Processos de Matrimónio
- Processo de Batismo
- Certidões
- Correspondência com outros organismos eclesiais e civis.
- Informações e Organização da Catequese.

B - Atendimento da Comunidade Carmelita Os membros da Comunidade Carmelita, muito especialmente os seus sacerdotes, estão disponíveis para acolher e atender as pessoas que eles se dirigiram pelas mais diversas razões. Recomendam que o façam especialmente de terça-feira a sexta-feira entre as 11.00h e as 12.30h e entre as 16.00h e as 19.30h (exceto durante as Missas), e aos sábados entre as 11.00h e as 12.30h. A organização deste atendimento está mais explicitado nos mostradores de informação da Paróquia, para o qual pedimos a atenção de todos os paroquianos.

C- Irmãs Carmelitas. A nossa comunidade paroquial tem no seu seio uma comunidade de Irmãs Carmelitas (Irmãs da Bem aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo) que testemunham esta particular vocação de seguimento de Jesus. As Irmãs colaboram na vida da comunidade, nomeadamente no atendimento e acolhimento, assim como na preparação dos atos litúrgicos e no cuidado com a as alfaias litúrgicos e espaços da paróquia e espaços celebrativos. Têm um papel importante na catequese e na vida pastoral da comunidade.
Com o seu testemunho de consagração e vida de oração, testemunham a prioridade da espiritualidade cristã no seio da comunidade.
As Irmãs também estão especialmente disponíveis para acolher aqueles irmãos e irmãs que a elas recorrem para escutarem uma palavra de ânimo e de orientação nas suas vidas.

D- Reservas de Espaços e Equipamentos
A paróquia dispõe de alguns espaços e equipamentos que podem ser reservados pelos paroquianos e por outras pessoas e instituições cuja índole se coadune com a vida da paróquia. Haverá uma grelha com estes recursos para que se possa fazer a respetiva reserva.

E - Serviço de Bar
A Paróquia tem a funcionar um bar que pretende ser um local de convívio, bem como angariar fundos para a própria Paróquia. Funciona todos os dias. Aos fins-de-semana há equipas de voluntários que asseguram o seu funcionamento.

F - Limpeza, manutenção e ornamentação das instalações
A Paróquia tem funcionárias e voluntárias que diariamente garantem a limpeza, manutenção, ornamentação e embelezamento da Igreja e instalações anexas.


ENDEREÇOS:
Paróquia de Santo António dos Cavaleiros
Avenida Francisco Pinto Pacheco
Apartado 1071
2661-901 SANTO ANTÓNIO DOS CAVALEIROS

Telefones: 219 884 366
Fax: 219 896 011
Email: paroquiasacavaleiros@gmail.pt
INTERNET: www.paroquia-sac.pt

Pe Agostinho Castro: pe.agostinhocastro@gmail.pt


Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros
Avenida Francisco Pinto Pacheco
Apartado 1069
2661-901 SANTO ANTÓNIO DOS CAVALEIROS

Telefones: 219 898 780
Fax: 219 898 789
Email: geral@cecssac.pt
INTERNET: www.cecssac.org

Comunidade Carmelita
Rua Vitorino Froes, 1 - R/C - Dto Apartado 1068
2661-901 SANTO ANTÓNIO DOS CAVALEIROS

Telefones: 219881726


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